Às vezes me encontro na janela olhando para o nada. Com a voz do silêncio pulsando em minha mente. Eu me refiro a mim mesmo nessas poucas palavras. Talvez seja confuso entender, ou implícito demais para fazer qualquer um parar para pensar e ai sim entender.
Sou mais que uma identidade, sou eu mesmo. Sou único e autentico. Eu só queria que a maioria dos meus amigos compreendesse isto dês do inicio. Mas os anos vêm nos mostrando que nem todo mundo tem a coragem de ser aquilo que é. Digo aquilo não como uma demonstração de desigualdade, mas como uma forma única de entender que há alguém pedindo para viver dentro de cada um de nós.
Talvez nos custe à vida. Mas ser único vai mais além do que se imagina. Me faço essa pergunta todos os dias: O que leva alguém ser aquilo que não é?
É evidente que nem todos nós somos felizes e contentes com os resultados que viemos adquirindo nos anos que se passaram.
Quantos de nós deixamos de concluir algo que queríamos por simples desinteresse dos outros? Muitos de nós cometemos este mesmo pecado e por quê?
A resposta mais certa que identifico para esta situação é a desvalorização de nós mesmo. Pois, se de alguma forma nos valorizarmos, para que então precisaríamos do outro para opinar na nossa vida? Isso envolve dês do berço até o mais político que seja.
Talvez minhas palavras sejam um tanto quanto comprometedoras.
Mas de verdade eu só queria que cada um enxergasse o que estes (nós no geral) podem oferecer de melhor para um “viver” mais saudável.
Não é egoísmo falar de mim mesmo, e sim uma preocupação imensa com o todo falar de mim. Pois me uso como exemplo para expressar o que a maioria teme viver.
Sou mais que uma identidade, sou eu mesmo. Sou único e autentico. Eu só queria que a maioria dos meus amigos compreendesse isto dês do inicio. Mas os anos vêm nos mostrando que nem todo mundo tem a coragem de ser aquilo que é. Digo aquilo não como uma demonstração de desigualdade, mas como uma forma única de entender que há alguém pedindo para viver dentro de cada um de nós.
Talvez nos custe à vida. Mas ser único vai mais além do que se imagina. Me faço essa pergunta todos os dias: O que leva alguém ser aquilo que não é?
É evidente que nem todos nós somos felizes e contentes com os resultados que viemos adquirindo nos anos que se passaram.
Quantos de nós deixamos de concluir algo que queríamos por simples desinteresse dos outros? Muitos de nós cometemos este mesmo pecado e por quê?
A resposta mais certa que identifico para esta situação é a desvalorização de nós mesmo. Pois, se de alguma forma nos valorizarmos, para que então precisaríamos do outro para opinar na nossa vida? Isso envolve dês do berço até o mais político que seja.
Talvez minhas palavras sejam um tanto quanto comprometedoras.
Mas de verdade eu só queria que cada um enxergasse o que estes (nós no geral) podem oferecer de melhor para um “viver” mais saudável.
Não é egoísmo falar de mim mesmo, e sim uma preocupação imensa com o todo falar de mim. Pois me uso como exemplo para expressar o que a maioria teme viver.
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