quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Para ser... Sempre serei

Às vezes me encontro na janela olhando para o nada. Com a voz do silêncio pulsando em minha mente. Eu me refiro a mim mesmo nessas poucas palavras. Talvez seja confuso entender, ou implícito demais para fazer qualquer um parar para pensar e ai sim entender.
Sou mais que uma identidade, sou eu mesmo. Sou único e autentico. Eu só queria que a maioria dos meus amigos compreendesse isto dês do inicio. Mas os anos vêm nos mostrando que nem todo mundo tem a coragem de ser aquilo que é. Digo aquilo não como uma demonstração de desigualdade, mas como uma forma única de entender que há alguém pedindo para viver dentro de cada um de nós.
Talvez nos custe à vida. Mas ser único vai mais além do que se imagina. Me faço essa pergunta todos os dias: O que leva alguém ser aquilo que não é?
É evidente que nem todos nós somos felizes e contentes com os resultados que viemos adquirindo nos anos que se passaram.
Quantos de nós deixamos de concluir algo que queríamos por simples desinteresse dos outros? Muitos de nós cometemos este mesmo pecado e por quê?
A resposta mais certa que identifico para esta situação é a desvalorização de nós mesmo. Pois, se de alguma forma nos valorizarmos, para que então precisaríamos do outro para opinar na nossa vida? Isso envolve dês do berço até o mais político que seja.
Talvez minhas palavras sejam um tanto quanto comprometedoras.
Mas de verdade eu só queria que cada um enxergasse o que estes (nós no geral) podem oferecer de melhor para um “viver” mais saudável.
Não é egoísmo falar de mim mesmo, e sim uma preocupação imensa com o todo falar de mim. Pois me uso como exemplo para expressar o que a maioria teme viver.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Vamos discutir

Talvez é preciso mudanças. Mas de acordo com o que venho pensando sobre os outros (isso engloba desde meu irmão até as pessoas que trabalham comigo) é preferível usar o termo REFORMA.
Eu não conheço ninguém (e nem eu mesmo sou capaz) de fazer um dos maiores detalhes que está vinculado ao nosso tempo de hoje. Se desvincular do passado.
A história vem mostrando a ação do homem nos últimos cem anos, e a única coisa que mudou mesmo foi a velocidade da comunicação.
Guerras continuaram, pessoas com deficiência (digo com problemas de se socializar com os outros) estão andando entre todos e achando que são pessoas normais, a corrupção, a traição, a destruição, tudo não mudou de um tempo para cá. É claro que o fato de estar tudo mais rápido nos exige uma solução mais rápida. Por isso já somos assaltados na cara dura (é explicito ver o quanto senhores eleitos por nós continuam a nos assaltar todos os dias, e não contentes inventam desculpas esfarrapadas na mídia se dizendo “os inocentes”), e somos obrigados a ficar sem reação, pois muitas vezes dependemos também dessa hipocrisia toda.
Quantas pessoas são infectadas por dia por esse “mal do século”?
Não é somente a burguesia que fede, mas o pobre que não tem a atitude de “causar” a devida ação de exigir os seus direitos. “Somos todos iguais perante a lei” é sempre bom lembrar, mas será que a mesma lei que serve para o “cidadão de bem” serve para o “cidadão mal”?
O que difere um delinqüente de uma pessoa “aparentemente normal” é o comportamento, suas atitudes e o “objetivo da trama”. Mas será mesmo que só o criminoso é mal nessa história. Virando o quadro dessa mesma novela, quantos de nós nos recusamos ajudar um “qualquer” que está na rua, por puro preconceito, medo, ou simplesmente por não termos como ajudar (dando dinheiro, atenção, proteção etc.)?
É fácil lembrar que estamos num sistema falho, mas é difícil engolir que o sistema depende de nós (que assim concordo: somos falhos).
Pois talvez por orgulho, mesmo que muitos nem se sintam assim, ficamos um tanto quanto abalados quando vemos uma atuação fora do comum na nossa frente, uma atitude totalmente “autentica” renovadora e totalmente fora dos padrões que estão implantados em nossa cultura.
Talvez seja mais fácil achar sempre que a culpa é do governo, ou dos outros. Mas o quanto colaboramos para que este erro continue?
Talvez pelo pouco de experiência que eu tenho, ou talvez pelo fato de ter uma visão um tanto quanto diferente dos outros (não é uma questão de apenas saber, é você sentir o que é, mesmo sabendo que não há explicação lógica para o que você possa ser), eu não sei, mas acho que é necessário uma compreensão maior sobre o tempo, a cultura, e o que estamos fazendo aqui!
Essa questão de o que somos e para onde nós iremos é furado. Isso me faz lembrar dos pesadelos de séculos passados.
Eu não serei radical ao ponto de me excluir, deixar de viver em grupos. Mas acredito que até no mais corrupto ser humano, aquele mais contaminado por essa desgraça social, pode de alguma forma me ensinar a ter emoções (me refiro ao relacionamento humano que proporciona desde sentimentos de alegria, amor, felicidade, tristeza, etc.) e com isso uma vida mais convicta de não que eu fui ou sou diferente de muitos, mas que talvez eu tenho essa consciência de que é necessário pensar sobre isso.


Uma vez em meu trabalho comentei com uma moça que eu estava atendendo que era preciso forçar a sociedade a inventar uma nova profissão. Ela me perguntará qual? Então eu disse que essa “nova” profissão levaria o nome de “pai” (para o masculino e “mãe para o feminino), pois já não basta mais ser educador, temos que formar pessoas que cuidem, eduquem e se possível criem os nosso filhos, pois acredito que essa seria a chave de um mundo e futuro melhor. Uma pessoa que ganharia para fazer o bem a outro, educando e mostrando que esse “outro” ser (a criança no caso) é importante para o mundo e que ela pode sim receber amor e cuidado. A função de “pai” teria salário e só trabalharia meio período pois a criança geralmente vai a aula de manhã e tarde ficaria com o “pai”.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Mais uma comédia romantica chegando ao fim

Talvez seja tão estranho quanto o sentido da vida.
Talvez seja por algo incompreensível que eu deixei...
Não julgo mais necessário o que desejei.
Talvez seja antiético, eu simplesmente não sei.
Mas sinto que de algum modo me machuquei.
Não que abri mão da carne.
Mas é que para mim o sentimento vai muito mais além de beijar a face.
Sinto que este amor eu não teria.
Por isso digo que de você eu nada imaginaria.
Foi tão rápido, tão de repente.
Mas saiba que me marcastes profundamente.
Não quero que chores ou que se arrependa.
Só quero que pense em mim com pouca freqüência.
Eu bem sei os motivos que te levaram a desistir de mim.




Mantendo a idéia de ser a transformação que quer causar


Se foi preciso? Não sei... Que sentimento é este que mal posso entender?
Era de se esperar. Um dia, uma hora, tudo teria que terminar.
Eu não vejo como um fim. Mesmo que tristeza senti. Achei necessário como todo fim. Para o mundo dar certo todos teriam que agir assim.
Eu não nego que emoções e sentimento de paixão eu tive que me desfazer. Em nome do amor de algo que eu não conhecia eu tive que partir.
Mesmo que isso custe – falo como se ainda fosse abandonar – a priori da idéia. Entendo que se nem você sabia o que queria, nunca poderia deixar isto crescer assim.
Você foi mais que uma. Você foi simplesmente a única. Que me fizeste renunciar o meu desejo de paixão por amor! Pelos laços de pessoas que mal conheço. Eis que ai comprovo que o amor é a força a cima de tudo!
Tu admitia que era fraqueza; pois digo que para mim se tornou força. Transformei toda a minha emoção em razão e com isso, que teve seu fim, acabamos por desfazer o nosso laço.
Nem tudo que é perfeito dura para sempre, por isso aproveite.


Nota: Eis que aqui não explico o que aconteceu ou quem é. Mas que fique bem claro que as vezes deve se abrir mão de muitas coisas. Não para viver corretamente, mas é que muitas vezes temos o sentimento de culpa quando estamos fazendo algo que não gostariamos que fizessem conosco.